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07/05/2026

Novo PAC Mobiliza R$ 1,2 Bilhão para Retomar a Dignidade no SUS


O Governo Lula autoriza construção simultânea de 541 unidades de saúde e o Piauí lidera avanços no Nordeste com 22 frentes de obra.

Em um movimento que sinaliza a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS) como eixo central do desenvolvimento nacional, o Governo Federal autorizou a liberação imediata de R$ 1,2 bilhão para a infraestrutura básica de saúde em todo o país. O anúncio, realizado em Teresina durante o "Dia Nacional de Emissões de Ordens de Serviço do Novo PAC Saúde", marca o maior repasse unificado da história do programa, atingindo 505 municípios.

O gesto político, capitaneado pelo ministro Wellington Dias (Desenvolvimento Social) e pelo ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais), reafirma a diretriz do presidente Lula de que saúde não é "gasto", mas sim um investimento estratégico na vida do povo brasileiro. No Piauí, o aporte de R$ 45,5 milhões garante o início de 22 novas obras, incluindo Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Centros de Atenção Psicossocial (CAPS).

Agilidade contra a desigualdade

A estrutura do Novo PAC Saúde introduz uma dinâmica de execução inédita. Com repasses integrais e diretos às prefeituras, o governo busca neutralizar os gargalos burocráticos que historicamente paralisam obras públicas. O compromisso é que as construções comecem em até 180 dias, beneficiando cerca de 11 milhões de pessoas que hoje enfrentam longas esperas por atendimento básico e especializado.

“Estas obras permitirão que as unidades estejam onde o povo está, com estrutura adequada para salvar vidas”, defendeu Dias em Teresina. A meta é reduzir o tempo de espera, que é um dos maiores entraves da saúde pública no país, e humanizar o atendimento na ponta, aproximando o Estado das comunidades mais vulneráveis.

O SUS como pilar da democracia

O atual ciclo ministerial projeta o SUS como ferramenta de redução de desigualdades regionais. O investimento faz parte de um plano mais amplo que prevê R$ 31 bilhões para a saúde até 2026.Ao priorizar a Atenção Básica, o Governo Lula atua na prevenção, evitando o colapso de hospitais de alta complexidade e garantindo que o direito constitucional à saúde se materialize em tijolo, cimento e, sobretudo, em atendimento digno para os que mais precisam.

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