Em entrevista ao Jornal do Piauí, Wellington Dias ressaltou que levantamentos de institutos como Quaest e Datafolha, além de sondagens internas com amplo número de entrevistas, apontam melhora gradual na avaliação do governo federal.
Segundo o senador, a recuperação é impulsionada por respostas às demandas da população, especialmente nas áreas sociais e econômicas. Ele lembrou ainda o desempenho expressivo de Lula no Piauí em 2022 como sinal da força eleitoral nordestina e da conexão histórica da região com o projeto liderado pelo presidente.
Ao tratar da articulação partidária, Wellington defendeu maior unidade nacional entre os aliados, com reflexos nos estados. Ainda assim, avaliou que arranjos regionais distintos podem ampliar a base de sustentação do governo e fortalecer os palanques locais.
O senador também reconheceu que a disputa de 2026 tende a ser dura, mas sustentou que o cenário atual é mais favorável do que o enfrentado em 2022. Na avaliação dele, pesam positivamente indicadores como a redução da fome, da pobreza e da desigualdade, além da perspectiva de equilíbrio fiscal e possível superávit das contas públicas.
Na construção dos palanques estaduais, Wellington citou nomes estratégicos para a coalizão lulista, entre eles Rodrigo Pacheco e Alexandre Kalil em Minas Gerais, Eduardo Paes e Marcelo Freixo no Rio de Janeiro, além de Eduardo Braga no Amazonas.
Ao comentar oscilações na popularidade presidencial, Wellington Dias apontou dois fatores centrais: a disseminação de fake news e o impacto dos juros elevados sobre o crédito e o consumo. Para ele, enfrentar a desinformação e melhorar as condições econômicas será decisivo para consolidar o ambiente político rumo a 2026.
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