Sem o programa, número de famílias em situação de fome dobraria no país, aponta
estudo do MDS; gestão Wellington Dias consolida reconstrução da rede de
proteção e retira 33 milhões da insegurança alimentar
O programa Bolsa Família consolidou-se como a barreira decisiva contra o colapso social no
Brasil. Um estudo da Secretaria Extraordinária de Combate à Pobreza e à Fome,
do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), revela que a existência do
programa evita que o número de famílias em insegurança alimentar grave dobre no
país.
Pelos dados de janeiro de 2025, o total de lares nessa condição saltaria de 2,3
milhões para 4,7 milhões caso o benefício não existisse. O indicador reforça a
prioridade absoluta do governo federal em manter os mais pobres no orçamento,
transformando a assistência em um motor de dignidade e sobrevivência.
Desde 2023, o ministro Wellington Dias lidera a tarefa de reconstruir o que foi
desmantelado. Ao assumir a pasta, o cenário era de terra arrasada. 33 milhões
de brasileiros passavam fome e redes de apoio, como o Consea e o Suas, estavam
sucateadas.
"Tiraram todos os programas, todos os planos. A pobreza foi crescendo e o
Brasil voltou ao Mapa da Fome", relembra o ministro.
O fortalecimento do Bolsa Família e a integração de ações interministeriais
permitiram que, já em 2024, a FAO/ONU anunciasse a saída do Brasil do Mapa da
Fome. "Comemoramos como uma vitória de Copa do Mundo, um 7 a 1
brasileiro", afirma Dias, destacando que 20 milhões de pessoas saíram da linha
da pobreza no último período.
Diferente de modelos anteriores, o novo Bolsa Família estimula a formalização.
Com a regra de transição, o trabalhador que assina carteira ou abre um pequeno
negócio não perde o amparo imediatamente. A eficácia é comprovada pelos dados, 93% das novas vagas de emprego no país foram ocupadas por beneficiários do
programa e do Cadastro Único.
Wellington Dias também vinculou a assistência social à pauta da jornada de
trabalho, defendendo o fim da escala 6x1. Para o ministro, políticas como as
"cuidotecas" e escolas em tempo integral são fundamentais para
liberar as mulheres do trabalho de cuidado não remunerado. "A vida não é
só trabalho. É preciso garantir o direito ao descanso e à autonomia",
pontuou.
Ao fazer um balanço das ações, o ministro exaltou o legado do Partido dos
Trabalhadores na inclusão social. "É o partido que assume um país e
consegue tirar 33 milhões de pessoas da fome", concluiu.
Assista à entrevista completa no vídeo abaixo e confira todos os detalhes dessa
reconstrução histórica:
Fonte: pt.org.br

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