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28/10/2026

Rafael Fonteles une tradição petista, resultados de gestão e parceria com Lula no Piauí

Foto: Nassar Jadão

Filho de um dos fundadores do PT no Estado, governador combina experiência administrativa, investimentos públicos e políticas sociais e amplia sua projeção nacional após a reeleição com 70,90% dos votos válidos

A trajetória do governador Rafael Fonteles (PT) reúne a história de construção do Partido dos Trabalhadores no Piauí, uma experiência de gestão marcada por investimentos públicos e uma relação política estreita com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Reeleito em primeiro turno, em outubro de 2026, com 70,90% dos votos válidos, o petista consolidou sua liderança estadual e ampliou seu espaço no cenário nacional.

Foto: Nassar Jadão

A ligação com o PT antecede sua própria carreira política. Rafael é filho de Nazareno Fonteles, médico, ex-deputado e um dos fundadores do partido no Piauí. Primeiro deputado estadual eleito pela legenda no Estado, em 1990, Nazareno também coordenou a campanha presidencial de Lula no Piauí em 1989. Décadas depois, o filho ocupa o Palácio de Karnak, dando continuidade a uma trajetória familiar vinculada à construção do projeto petista.

Filiado ao PT desde os 16 anos, Rafael construiu carreira na educação e na administração pública. Formado em Matemática pela Universidade Federal do Piauí (UFPI), com mestrado em Economia Matemática pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), assumiu a Secretaria da Fazenda estadual em 2015, durante o governo de Wellington Dias. À frente da pasta, ganhou experiência na gestão fiscal e coordenou iniciativas de desenvolvimento e investimentos nos 224 municípios piauienses.

Eleito governador em 2022, Rafael transformou essa experiência em uma agenda de expansão dos serviços públicos, obras de infraestrutura e modernização administrativa. O balanço oficial de 2025 registrou a conclusão de 165 dos 178 compromissos do Plano de Gestão, o equivalente a 92,7%. No mesmo período, os investimentos públicos executados entre 2023 e 2025 chegaram a R$ 9,05 bilhões, segundo o governo estadual.

Educação e saúde entre as prioridades

Na educação, o Piauí ampliou a oferta de ensino médio em tempo integral e fortaleceu a integração entre formação escolar e ensino profissional. O Estado também avançou nos indicadores de aprendizagem. No Ideb de 2025, a rede estadual alcançou nota 4,9 no ensino médio, ante 2,3 em 2005, resultado de uma trajetória que atravessa diferentes governos.

Na saúde, o programa Piauí Saúde Digital ampliou o acesso a consultas médicas e especializadas, enquanto a abertura do novo Hospital Regional de Picos fortaleceu a assistência no interior. A Nova Maternidade Dona Evangelina Rosa também integra a expansão da estrutura pública de atendimento.

Os resultados divulgados pelo governo incluem ainda a recuperação de rodovias, investimentos em segurança pública e ações de desenvolvimento social. Entre 2022 e 2025, segundo o balanço estadual, os homicídios caíram 33% e os roubos totais recuaram 49%. Na área econômica, a administração contabilizou mais de 67 mil oportunidades de emprego e renda entre 2023 e 2025.

Os números são apresentados pelo governo como evidência dos avanços da gestão e devem ser considerados à luz das séries históricas e dos indicadores oficiais de cada setor. Parte dos resultados também decorre de políticas iniciadas antes de 2023, cuja continuidade contribuiu para o desempenho atual do Estado.

Parceria com Lula amplia projeção nacional

A relação de Rafael com Lula combina afinidade partidária, vínculos históricos e articulação política. Além da participação de Nazareno Fonteles na campanha presidencial petista de 1989, o governador construiu sua trajetória dentro de uma geração do PT que associa a defesa das políticas sociais à busca por equilíbrio fiscal e capacidade de investimento.

A parceria com o governo federal também é estratégica para o desenvolvimento do Piauí, especialmente em áreas que dependem de recursos, programas e articulação entre União e Estado. Para o PT, a experiência piauiense representa uma vitrine de gestão em uma região historicamente marcada por desigualdades sociais e econômicas.

A reeleição de Rafael, com mais de 1,4 milhão de votos, reforçou seu peso eleitoral e político. Após a vitória, o governador passou a ocupar espaço nas discussões nacionais sobre os rumos do partido e a organização política em torno de Lula. A imprensa nacional também o apontou como possível integrante de um futuro governo federal, embora não haja confirmação de uma indicação para ministério.

A trajetória de Rafael Fonteles expressa, assim, a combinação entre tradição política, formação técnica e experiência administrativa. Com raízes na história do PT piauiense e uma aliança consolidada com Lula, o governador chega ao segundo mandato diante do desafio de transformar os indicadores positivos em melhorias permanentes na vida da população.

27/10/2026

Experiência do Piauí leva Chico Lucas à disputa pelo futuro Ministério da Segurança Pública


Ex-secretário de Segurança Pública do Piauí e atual secretário nacional da área tem apoio de integrantes do PT nordestino para comandar a futura pasta no governo Lula

A experiência do Piauí no enfrentamento à criminalidade colocou Chico Lucas no debate sobre a composição do futuro Ministério da Segurança Pública, prometido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para seu quarto mandato. Segundo reportagem publicada pelo Metrópoles nesta segunda-feira (26), integrantes do PT do Nordeste defendem o nome do atual secretário nacional de Segurança Pública para comandar a nova estrutura federal.

A articulação ocorre em um momento de discussão sobre o papel da União no combate ao crime organizado e de negociações no Congresso Nacional para viabilizar a criação do ministério. Até o momento, não há confirmação oficial de que Lula tenha escolhido Chico Lucas para o cargo.

Aliado do governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), Chico Lucas comandou a Secretaria de Segurança Pública do estado entre 2023 e 2026. Em janeiro deste ano, assumiu a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), vinculada ao Ministério da Justiça, ampliando sua atuação para o âmbito federal.

Resultados no Piauí entram no debate nacional

Durante sua passagem pela secretaria estadual, Chico Lucas esteve associado a medidas de enfrentamento aos roubos e furtos de celulares, uso de tecnologia nas investigações e integração das forças policiais.

Balanço divulgado pela Secretaria da Segurança Pública do Piauí em dezembro de 2025 apontou redução de 52,81% nos roubos de celulares entre 2022 e 2025, considerando os dados de janeiro a novembro dos respectivos períodos. O número de ocorrências caiu de 12.917 para 6.096, segundo os registros oficiais.

A gestão estadual também investiu em ferramentas de inteligência e rastreamento de aparelhos, com iniciativas como o CellGuard e o LupaBot, voltadas à recuperação de celulares e ao combate a esse tipo de crime.

Os resultados integram o histórico administrativo que acompanha Chico Lucas em sua atuação nacional. A avaliação mais ampla da política de segurança, entretanto, exige considerar também outros indicadores de violência, as séries históricas e a metodologia utilizada nos levantamentos oficiais.

Rafael Fonteles amplia sua projeção nacional

A possível indicação de Chico Lucas também se insere no contexto da relação política e administrativa com Rafael Fonteles. O governador ganhou visibilidade nacional durante a campanha de Lula no segundo turno e passou a ser citado entre os nomes cogitados para integrar o futuro governo federal.

Reportagem da Folha de S.Paulo publicada em 26 de outubro apontou o Ministério da Fazenda entre as possibilidades discutidas para Fonteles. O governador, porém, negou ter conversado com Lula sobre a ocupação de um cargo ministerial.

A eventual presença dos dois piauienses no primeiro escalão federal permanece no campo das possibilidades. Não há anúncio oficial de nomeações, e a defesa do nome de Chico Lucas por integrantes do PT nordestino não equivale a uma decisão do presidente.

PEC da Segurança é etapa decisiva

A criação do Ministério da Segurança Pública está vinculada ao avanço da PEC 18/2025, que modifica a organização constitucional da segurança pública e prevê maior integração entre União, estados e municípios no enfrentamento à criminalidade.

A proposta teve sua análise concluída pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado em 14 de outubro, mas foi retirada da pauta do plenário no dia seguinte, em meio a divergências sobre a inclusão de mudanças na maioridade penal.

Nesta terça-feira (27), representantes do governo e dirigentes do PT reiteraram a intenção de votar a proposta ainda em 2026, sem incorporar a redução da maioridade penal ao texto. A matéria, contudo, continua dependendo de negociação política e da votação dos senadores.

Lula afirmou durante a campanha que pretende criar o Ministério da Segurança Pública após a aprovação da PEC. A nova pasta teria a função de ampliar a coordenação federal das políticas de segurança, em articulação com os governos estaduais e municipais.

Nesse cenário, a experiência de Chico Lucas no Piauí e sua atual atuação na estrutura nacional ajudam a explicar por que seu nome passou a ser defendido por setores do PT para comandar a futura pasta. A definição, no entanto, dependerá das decisões de Lula e do andamento das negociações institucionais para a criação do ministério.

26/10/2026

Rafael Fonteles ganha projeção nacional após participação estratégica na campanha de Lula


Governador do Piauí assumiu a coordenação da comunicação no segundo turno, contribuiu para ampliar a presença digital do presidente e ganhou espaço no núcleo de decisões do PT. No estado, Lula venceu com 75,88% dos votos válidos.

A participação do governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), na campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ganhou dimensão nacional no segundo turno das eleições de 2026. Escolhido para coordenar a comunicação da campanha, o petista passou a integrar o núcleo estratégico responsável por reorganizar a atuação eleitoral do presidente, com atenção especial às redes sociais e às novas formas de diálogo com o eleitorado.


A mudança de função representou um avanço na projeção nacional de Rafael, que já havia sido reeleito governador do Piauí com 70,90% dos votos válidos. A vitória de Lula, confirmada neste domingo (25), ampliou a visibilidade do trabalho desenvolvido pelo governador e sua participação nas discussões sobre os rumos da comunicação política do PT.

A entrada de Rafael na coordenação foi noticiada por veículos nacionais como parte de uma reformulação da campanha. Segundo a Folha de S.Paulo e a CNN Brasil, o governador ficou responsável pela área de comunicação, enquanto o ex-ministro Camilo Santana assumiu a articulação política e Rui Costa, ex-ministro da Casa Civil, passou a cuidar da agenda de viagens do presidente.

Uma das principais contribuições atribuídas a Rafael Fonteles foi a defesa de uma comunicação mais direta, adaptada à linguagem e aos hábitos dos usuários das plataformas digitais. A proposta buscava ampliar o alcance das mensagens de Lula e aproximar o presidente de eleitores que nem sempre acompanham os formatos tradicionais da propaganda política.

Entre as iniciativas associadas a essa orientação está a publicação de vídeos em formato selfie, nos quais Lula fala diretamente à câmera do celular, com linguagem mais espontânea e acessível. A estratégia foi adotada durante o segundo turno e noticiada pela imprensa piauiense após sugestões do governador.

A aposta no ambiente digital ocorreu em uma disputa na qual a circulação de informações nas redes sociais ocupou espaço relevante no debate público. A estratégia procurou combinar a presença digital do presidente com entrevistas, debates, agendas presenciais e mobilização de apoiadores.

A atuação de Rafael também foi mencionada durante a cobertura da apuração eleitoral na TV Globo, quando a jornalista Renata Lo Prete comentou a participação de integrantes da equipe de comunicação da campanha petista. A referência ajudou a levar o nome do governador para o debate nacional sobre os bastidores da vitória de Lula.

Piauí entrega votação expressiva a Lula

O resultado eleitoral no Piauí reforçou a relevância política do estado para o presidente. Com 100% das urnas apuradas, Lula recebeu 1.653.989 votos, correspondentes a 75,88% dos votos válidos, contra 525.859 votos de Flávio Bolsonaro (PL), que obteve 24,12%.

A diferença foi de 1.128.130 votos, equivalente a aproximadamente 51,76 pontos percentuais. Os números oficiais, divulgados com base na apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), colocaram o Piauí entre os estados de maior votação proporcional para Lula no segundo turno.

O desempenho também superou o resultado do primeiro turno no estado, quando o presidente havia recebido 70,99% dos votos válidos. Na segunda votação, Lula ampliou sua votação em 130.279 votos, enquanto o adversário acrescentou 8.831 votos ao total obtido anteriormente.

A expressiva votação piauiense tem importância política para o PT, tanto pelo peso do eleitorado nordestino na disputa presidencial quanto pela capacidade de mobilização demonstrada no estado. O resultado também reforça a visibilidade de Rafael Fonteles, que reuniu duas posições relevantes durante o processo eleitoral: a liderança de um governo estadual petista e a participação direta na coordenação nacional da campanha presidencial.

Vitória amplia espaço de Rafael no PT nacional

A escolha de Rafael para a comunicação da campanha colocou o governador ao lado de lideranças petistas com trajetória consolidada na política nacional. A reorganização do comando eleitoral indicou que Lula recorreu a quadros com experiência administrativa e força política regional para reforçar a campanha no segundo turno.

O governador piauiense passou, assim, a participar de decisões que ultrapassam a política estadual, especialmente em uma área central para as disputas eleitorais contemporâneas. A experiência acumulada no governo do Piauí, somada à atuação na campanha presidencial, amplia sua presença no debate nacional sobre comunicação, articulação política e organização partidária.

A vitória de Lula abre espaço para que essa projeção tenha continuidade dentro do PT. O alcance político desse movimento, porém, dependerá das futuras decisões do presidente, da direção nacional do partido e do próprio Rafael Fonteles. A participação na campanha e a responsabilidade assumida na comunicação são fatos concretos; a eventual ampliação de sua influência no comando petista será definida pelos próximos passos da política nacional.

Após acompanhar a apuração ao lado de Lula, Rafael compartilhou nas redes sociais registros da comemoração. Em uma das gravações, o presidente agradeceu aos piauienses pela votação recebida no estado.

24/10/2026

Caminhada da Vitória reúne milhares de apoiadores de Lula em Teresina na véspera do segundo turno


Mobilização na Avenida Raul Lopes contou com bandeiras, roupas vermelhas e palavras de ordem em defesa da reeleição do presidente; governador Rafael Fonteles confirmou presença no ato.

Milhares de apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participaram neste sábado (24) da Caminhada da Vitória, em Teresina, em uma mobilização pela reeleição do petista na véspera do segundo turno das eleições presidenciais. O ato ocorreu na Avenida Raul Lopes, nas proximidades da Ponte Estaiada, e reuniu manifestantes vestidos de vermelho, com bandeiras e palavras de ordem em defesa da candidatura de Lula.

A manifestação integrou a mobilização política que antecedeu a votação deste domingo (25), quando Lula enfrenta o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pela Presidência da República. A caminhada foi organizada por movimentos políticos e pela Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV.

O governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), confirmou presença na mobilização. A participação do chefe do Executivo estadual reforçou a articulação política no estado em torno da candidatura de Lula.

A concentração foi anunciada para o estacionamento da Ponte Estaiada, com percurso de aproximadamente 2,3 quilômetros. O trajeto previsto incluía a Alameda Parnaíba, a Rua Amazonas e a Avenida Marechal Castelo Branco, com encerramento na Assembleia Legislativa do Piauí.

Mobilização na reta final


A caminhada ocorreu no último dia permitido para a realização de passeatas e caminhadas eleitorais antes do segundo turno. A mobilização em Teresina fez parte dos esforços finais da campanha petista para ampliar o apoio popular à candidatura de Lula.

O ato também evidenciou a importância política do Piauí para o campo progressista. No estado, Lula conta com uma base eleitoral historicamente expressiva, além do apoio de lideranças políticas e de movimentos sociais que defendem a continuidade das políticas públicas do governo federal.

Até o momento, não havia divulgação de uma contagem oficial do público presente. A estimativa de milhares de participantes foi relatada pela imprensa local.

A eleição deste domingo definirá quem comandará a Presidência da República no próximo mandato, em uma disputa marcada pelo confronto entre dois projetos distintos para o país.

19/10/2026

Dia do Piauí reúne milhares em caminhada pela reeleição de Lula em Teresina


Ato percorreu avenidas da capital na reta final da campanha; aliados querem ampliar votação do presidente no estado, onde ele obteve cerca de 71% dos votos válidos no primeiro turno.


O Dia do Piauí, celebrado nesta segunda-feira (19), foi marcado por uma grande caminhada em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em Teresina. Milhares de apoiadores ocuparam a Avenida Marechal Castelo Branco para defender a continuidade do governo petista a poucos dias do segundo turno das eleições presidenciais.


A mobilização teve concentração em frente à Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), seguiu pela Ponte Juscelino Kubitschek e avançou até a Avenida Raul Lopes. O ato reuniu lideranças políticas e militantes em uma demonstração de força da campanha de Lula na capital piauiense.


Entre os participantes estavam o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, o vice-governador eleito do Piauí, Washington Bandeira e os senador eleitos Marcelo Castro e Júlio Cesar além de outras lideranças e apoiadores.

No primeiro turno, o Piauí registrou o maior percentual de votos válidos para Lula entre os estados brasileiros, com aproximadamente 71%. O resultado consolidou o estado como uma das principais bases eleitorais do presidente e ampliou a importância da mobilização para a etapa decisiva da disputa.

A campanha petista trabalha para elevar esse percentual a 80% no segundo turno, marcado para o próximo domingo (25), quando Lula enfrenta Flávio Bolsonaro. Para alcançar a meta, aliados intensificam a articulação política e os atos de campanha na capital e no interior.

Realizada em uma data de forte significado histórico para os piauienses, a caminhada associou a celebração do Dia do Piauí à mobilização eleitoral em defesa da continuidade do governo Lula. A adesão do estado ao processo de Independência do Brasil, celebrada em 19 de outubro, deu um caráter simbólico adicional à manifestação.

18/10/2026

João Pereira participa de caminhada em apoio a Lula na zona leste de Teresina

Foto: Nassar Jadão

Mobilização no Balão do Carvalho reuniu militantes e apoiadores na reta final da campanha para o segundo turno

Militantes, representantes de movimentos sociais e apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participaram, neste sábado (17), de um ato de mobilização na zona leste de Teresina. A atividade reuniu apoiadores no Balão do Carvalho, nas proximidades do Comercial Carvalho, na Avenida Zequinha Freire, e contou com a participação do vereador Pereira (PT), uma das lideranças políticas presentes na mobilização.

Com bandeiras e distribuição de panfletos, os participantes intensificaram o trabalho de rua para ampliar o apoio a Lula na reta final da disputa presidencial. A mobilização também destacou a defesa das políticas sociais, dos investimentos em saúde e educação, da geração de empregos e do desenvolvimento regional.

A participação do vereador Pereira reforçou a presença do Partido dos Trabalhadores nas ações de mobilização popular em Teresina. A estratégia é ampliar o diálogo direto com os eleitores nos bairros e fortalecer a campanha petista antes da votação de 25 de outubro.

Piauí é estratégico para a campanha de Lula

Foto: Nassar Jadão

O estado chega ao segundo turno com uma expressiva vantagem de Lula sobre o adversário. No primeiro turno, o presidente recebeu 70,99% dos votos válidos no Piauí, o equivalente a 1.523.710 votos, contra 24,09% do candidato do PL, segundo os resultados consolidados da apuração eleitoral de 2026.

O resultado confirma a importância do eleitorado piauiense para a campanha nacional do PT. Na reta final, a mobilização de militantes, lideranças políticas e movimentos sociais busca transformar o apoio registrado nas urnas em participação ativa na campanha e ampliar a votação de Lula no segundo turno.

A agenda de rua em Teresina integra esse esforço de mobilização, com foco na presença nos bairros, na conversa direta com a população e na defesa do projeto político representado pelo presidente.

13/10/2026

Multidão toma as ruas de Teresina em defesa de Lula, da educação e da democracia


Ato reuniu estudantes, professores, trabalhadores, artistas, movimentos sociais e lideranças políticas em mobilização pela reeleição do presidente no segundo turno.

Uma multidão ocupou as ruas de Teresina nesta terça-feira (13) em um ato de apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e em defesa da educação pública, dos direitos sociais, da soberania nacional e das liberdades democráticas. A mobilização reuniu estudantes, professores, trabalhadores, artistas, representantes de movimentos sociais e lideranças políticas.

Com concentração no estacionamento do Parque da Cidadania, o ato, denominado “Piauí é Lula”, integrou a mobilização de apoiadores do presidente no segundo turno das eleições. A caminhada percorreu vias centrais da capital, com previsão de passagem pelas avenidas Miguel Rosa e Frei Serafim, até a Praça da Liberdade.

A presença de representantes de diferentes segmentos sociais deu visibilidade às pautas defendidas pelos participantes. Estudantes e educadores da Universidade Federal do Piauí (UFPI), da Universidade Estadual do Piauí (Uespi) e do Instituto Federal do Piauí (IFPI) participaram da manifestação, que também contou com a adesão de integrantes da cultura popular, incluindo sambistas, carnavalescos, artistas, blocos e escolas de samba.

Educação pública e direitos sociais no centro do ato



Além do apoio eleitoral a Lula, a mobilização destacou a defesa da educação pública, da valorização dos serviços públicos, dos direitos sociais e das liberdades democráticas. As pautas também incluíram a soberania nacional e o combate ao racismo e à violência.

A participação de educadores, estudantes e representantes da cultura reforçou o caráter plural da manifestação, que articulou a disputa presidencial à defesa de políticas públicas e de direitos assegurados à população.

Lideranças defendem mobilização para o segundo turno

Durante o ato, lideranças políticas destacaram a importância de ampliar o diálogo com os eleitores e intensificar a mobilização na reta final da disputa presidencial.

O deputado estadual Evaldo Gomes ressaltou a disposição dos apoiadores para fortalecer a campanha de Lula. Jetan Pinheiro, subsecretário estadual de Segurança, defendeu a ampliação da presença da campanha nas redes sociais e a divulgação das propostas em debate. Já o ex-secretário estadual Fábio Abreu chamou a atenção para a necessidade de reduzir a abstenção e estimular a participação eleitoral.

As manifestações apontaram para a importância do engajamento de apoiadores, lideranças e movimentos sociais na disputa do segundo turno.

Mobilização popular e participação democrática


O ato em Teresina integrou a agenda de mobilizações em apoio à candidatura de Lula e reuniu reivindicações relacionadas à educação, aos direitos sociais e à democracia. A presença de diferentes segmentos da sociedade também evidenciou o papel de estudantes, trabalhadores, educadores, artistas e movimentos sociais no debate sobre os rumos do país.

Para os participantes, a defesa da candidatura presidencial está associada à continuidade de políticas públicas e à preservação de direitos sociais e democráticos.

A mobilização na capital piauiense reforçou a presença de apoiadores de Lula nas ruas durante o segundo turno, em uma agenda que combinou manifestação eleitoral e defesa de pautas sociais.