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09/05/2026

Bolsa Família impede tragédia alimentar no Brasil

Ministro Wellington Dias

Sem o programa, número de famílias em situação de fome dobraria no país, aponta estudo do MDS; gestão Wellington Dias consolida reconstrução da rede de proteção e retira 33 milhões da insegurança alimentar

O programa Bolsa Família consolidou-se como a barreira decisiva contra o colapso social no Brasil. Um estudo da Secretaria Extraordinária de Combate à Pobreza e à Fome, do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), revela que a existência do programa evita que o número de famílias em insegurança alimentar grave dobre no país.

Pelos dados de janeiro de 2025, o total de lares nessa condição saltaria de 2,3 milhões para 4,7 milhões caso o benefício não existisse. O indicador reforça a prioridade absoluta do governo federal em manter os mais pobres no orçamento, transformando a assistência em um motor de dignidade e sobrevivência.

Desde 2023, o ministro Wellington Dias lidera a tarefa de reconstruir o que foi desmantelado. Ao assumir a pasta, o cenário era de terra arrasada.  33 milhões de brasileiros passavam fome e redes de apoio, como o Consea e o Suas, estavam sucateadas.

"Tiraram todos os programas, todos os planos. A pobreza foi crescendo e o Brasil voltou ao Mapa da Fome", relembra o ministro.

O fortalecimento do Bolsa Família e a integração de ações interministeriais permitiram que, já em 2024, a FAO/ONU anunciasse a saída do Brasil do Mapa da Fome. "Comemoramos como uma vitória de Copa do Mundo, um 7 a 1 brasileiro", afirma Dias, destacando que 20 milhões de pessoas saíram da linha da pobreza no último período.

Diferente de modelos anteriores, o novo Bolsa Família estimula a formalização. Com a regra de transição, o trabalhador que assina carteira ou abre um pequeno negócio não perde o amparo imediatamente. A eficácia é comprovada pelos dados, 93% das novas vagas de emprego no país foram ocupadas por beneficiários do programa e do Cadastro Único.

Wellington Dias também vinculou a assistência social à pauta da jornada de trabalho, defendendo o fim da escala 6x1. Para o ministro, políticas como as "cuidotecas" e escolas em tempo integral são fundamentais para liberar as mulheres do trabalho de cuidado não remunerado. "A vida não é só trabalho. É preciso garantir o direito ao descanso e à autonomia", pontuou.

Ao fazer um balanço das ações, o ministro exaltou o legado do Partido dos Trabalhadores na inclusão social. "É o partido que assume um país e consegue tirar 33 milhões de pessoas da fome", concluiu.

Assista à entrevista completa no vídeo abaixo e confira todos os detalhes dessa reconstrução histórica:


Fonte: pt.org.br

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