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13/02/2025

TRF-1 Arquiva Inquérito Sobre Denúncias na Secretaria de Cultura do Estado



O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) decidiu, por unanimidade, arquivar o inquérito que investigava supostas irregularidades na Secretaria de Cultura do Estado. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (12) e anula todos os atos praticados pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal na fase investigatória.

A investigação envolvia a gestão de Carlos Anchieta, então secretário da pasta, indicado pelo deputado Fábio Novo. O desembargador federal Marcus Bastos, relator do caso, reconheceu a ilicitude das provas coletadas, determinando o arquivamento do inquérito policial e a devolução dos bens e valores apreendidos. Além disso, apontou violação ao princípio do promotor natural como uma das razões para a anulação da investigação.

Em entrevista coletiva nesta quinta-feira (13), o deputado Fábio Novo afirmou que a decisão do TRF-1 evidencia uma manobra política que tinha como objetivo prejudicá-lo durante sua campanha à prefeitura de Teresina. “Tentaram desqualificar minha trajetória, mas sempre confiei que a verdade prevaleceria. Agora, a Justiça começa a ser feita, e Teresina pode ver a diferença entre quem fala a verdade e quem age de má-fé”, declarou.

O parlamentar também destacou os impactos da operação em sua campanha eleitoral, mas ressaltou que sua honra permanece intacta perante a população. “Infelizmente, a política virou um jogo onde vale tudo para atacar reputações. Apesar de ter sido alvo dessa estratégia, sigo com minha conduta reta e republicana”, concluiu.

12/02/2025

Merlong Solano busca ampliar habitação pelo MCMV no Piauí

O deputado federal Merlong Solano (PT) reuniu-se com o secretário Nacional de Habitação, Augusto Rabelo, para discutir a ampliação da construção de moradias pelo programa Minha Casa, Minha Vida no Piauí. O encontro, realizado nesta terça-feira (11) no Ministério das Cidades, contou com a presença de lideranças políticas do estado.

Desde a retomada do programa pelo Governo Federal em 2023, cerca de 17 mil unidades habitacionais foram contratadas no Piauí. Merlong destacou que o Ministério das Cidades pretende lançar novos editais de habitação em março, o que pode beneficiar ainda mais municípios piauienses.


"O programa tem avançado significativamente, proporcionando não apenas moradias dignas, mas também impulsionando a geração de empregos e a economia do país. Atualmente, 139 dos 224 municípios do Piauí já foram contemplados com unidades habitacionais. Viemos ao Ministério para obter informações sobre novas oportunidades para o nosso estado, e a boa notícia é que novos editais serão divulgados em breve", afirmou o deputado.


Também participaram da reunião o presidente da Federação de Habitação do Estado do Piauí (FEHAB-PI), Josineto Dias; o prefeito de Joaquim Pires, Deyvison Cruz; os ex-prefeitos Genival Bezerra (Joaquim Pires) e Nilson Fonseca (Caracol); além do vice-presidente do PT Piauí, Maurício Solano.

11/02/2025

Lula entrega à Rafael Selo Ouro de Compromisso pela alfabetização infantil no Piauí

Foto: Ricardo Stuckert / PR
O Piauí recebeu o Selo Ouro no Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, reconhecendo o estado pelo empenho na alfabetização infantil. O prêmio foi entregue ao governador Rafael Fonteles pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em cerimônia realizada em Brasília na segunda-feira (10).

O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada visa assegurar que todas as crianças brasileiras estejam alfabetizadas até o final do 2º ano do Ensino Fundamental e apoiar a recuperação das aprendizagens de alunos dos 3º ao 5º ano afetados pela pandemia.

Durante a cerimônia, o governador Rafael Fonteles expressou satisfação pela conquista, destacando o trabalho conjunto do Pacto pelas Crianças, coordenado por Isabel Fonteles, e do secretário de Educação, Washington Bandeira, em colaboração com os municípios. O ministro da Educação, Camilo Santana, também esteve presente, enfatizando a importância da colaboração entre os entes federativos para o avanço educacional.

O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada estabelece princípios como a promoção da equidade educacional, considerando aspectos regionais, socioeconômicos, étnico-raciais e de gênero, além de reforçar a colaboração entre os entes federativos e o fortalecimento da cooperação entre estados e municípios.

07/02/2025

Aprender a ler as diferenças e apontar os horizontes • Por Antônio José Medeiros

Professor Antônio José Medeiros 


No dia 10 de fevereiro de 2025, o PT completa 45 anos. Tanto tempo, quanta diferença – do PT, do Piauí, do Brasil e do mundo; e de cada um de nós...

Nesses 45 anos, o jingle campeão no PT continua sendo “Sem medo de ser feliz”. Mas, com certeza, o vice-campeão é “Minha cidade parece pequena”:

“Se a vida ensina, eu sou aprendiz”

“Será que a gente é tão diferente? Será que os outros é que são iguais?”

“Ser diferente é bom até demais”

Lembrei-me de que o livro da historiadora americana Margaret E. Keck sobre a formação do PT, publicado em 1991, depois de 10 anos de pesquisa no Brasil, se chama A Lógica da Diferença. Ao se afirmar com identidade própria em relação à Frente de Oposição à Ditadura, liderada na época pelo MDB, o PT quis ser diferente dos partidos tradicionais do Brasil, mesmo do PTB varguista. Ao se definir como partido ao mesmo tempo classista, mas de massas, sem ter uma “doutrina oficial” ou alinhamentos político-ideológicos internacionais, o PT se quis diferente dos PCs (partidos comunistas).

Essa é a tese de Margaret. E ela conclui:

“A consolidação da democracia brasileira depende de se quebrarem as barreiras que ainda existem entre o conceito de ‘mudança vinda de cima’ e o de ‘mudança vinda de baixo’. O futuro do Partido dos Trabalhadores estará integralmente ligado a esse processo.”

De fato, o PT nasceu do novo sindicalismo (um sindicalismo diferente), das CEBs (um jeito diferente de viver o catolicismo), dos movimentos populares (mobilização diferente do tradicional populismo) e de grupos de esquerda dissidentes. Esses movimentos sofreram impactos de mudanças no mundo e no Brasil neste início do século XXI. Há, portanto, uma situação diferente na própria base social originária do PT.

Foi também no início do século XXI que o PT começou a passar pelo grande teste de sua diferença? De 2003 em diante, não pôde mais ser apenas um Partido-Movimento, mas teve que se institucionalizar também como um Partido-que-disputa-governos municipais, estaduais e o governo federal. Esse é o destino de todo partido que defende a “Democracia Sempre”.

Nos últimos 22 anos, o PT já comandou o governo federal por 15 anos. Portanto, a primeira pergunta a responder é: em que o PT no governo tornou o Brasil diferente?

Não resta dúvida de que as diferenças são muitas. O partido ampliou e acelerou a execução das diretrizes estabelecidas na Constituição Cidadã de 1988:

• Garantia do respeito ao FPE e ao FPM

• Universalização do Bolsa Família para todo seu público-alvo

• Consolidação do SUS e do SUAS e transformação do FUNDEF em FUNDEB

• Expansão dos Institutos Federais (ensino técnico e tecnológico)

• Programas de acesso à universidade

• Política habitacional ampla e com visão social

• Energia elétrica nas periferias e zona rural, entre outros

Ainda hoje, esses programas são lembrados pelo impacto real e simbólico que tiveram. O artigo de Jaques Wagner, na Carta Capital de 25/12/2024, faz esse balanço.

É verdade que partimos, em muitas áreas, de um patamar muito baixo, e os níveis de melhoria alcançados ainda não são satisfatórios.


• Na área de infraestrutura de transporte, avançamos razoavelmente, exceto no transporte ferroviário.

• No saneamento, avançamos menos.

• Na diversificação da matriz energética, o país tem caminhado bem.

• O agronegócio continua se ampliando e modernizando, sem uma regulação ambiental satisfatória.


O grande desafio é que não conseguimos alcançar um crescimento do PIB capaz de mudar o patamar do país numa economia globalizada.

Evidentemente, o resultado do esforço para tornar o Brasil diferente não depende apenas da ação do governo; depende da correlação de forças econômicas, políticas e culturais-ideológicas. Surge o problema da governabilidade, traduzido pelo Centrão como “É dando que se recebe”. Ainda bem que, com o exagero e a falta de transparência das emendas impositivas, sua verdadeira intenção apareceu: “É dando-me que eu recebo”.

Os dirigentes privados da economia capitalista, sobretudo o capital financeiro, “vetam” muitas mudanças. Nas relações trabalhistas e na regulação previdenciária, não só estamos desatualizados, mas também perdemos algumas batalhas. Agora começamos a avançar na reforma tributária, enfrentando resistências para uma maior tributação de quem ganha mais (renda) e tem mais (grandes fortunas e herança).

Por outro lado, várias políticas públicas fortalecidas ou implantadas pelos governos do PT se tornaram políticas de Estado. Ora, política de Estado se torna “política de todo governo”, independentemente do partido. O maior exemplo é o Bolsa Família, que serviu de modelo para o Auxílio Emergencial, depois passou a ser Auxílio Brasil e voltou a ser Bolsa Família novamente. O pai é o Lula, mas hoje se tornou "enteada" de todos os governos. O mesmo acontece com o IDEB, política iniciada pelo ministro da Educação Fernando Haddad: não foi assumida como uma marca dos municípios e estados governados pelo PT, mas tem projetado municípios governados por diferentes partidos.

As políticas de Estado – um ganho republicano promovido pelos governos do PT – explicam parte dos resultados das eleições municipais de 2024. Elas acabam transformadas em “modernização conservadora” pela política tradicional.

Para complicar o processo, tivemos quatro anos de desmonte no governo anterior (2019-2022). No retorno do PT ao governo, foi preciso reconstruir. E esse é o nó da questão: na metade do governo Lula 3, na véspera de um Encontro Nacional do PT, num momento de mudança ministerial e de construção do caminho para vencer em 2026, chegou a hora de definições estratégicas. O governo Lula 3 precisa representar mais do que reconstrução; tem que ser ampliação e avanço. Mas ainda não está claro para onde irá ampliar e avançar.

Em entrevista ao Valor Econômico de 03/02/2025, a cientista política Maria Hermínia Tavares de Almeida reafirma o que muitos estão dizendo:

“O problema do governo não é o Centrão, é que ele não tem foco”.

Falta uma marca administrativa para a gestão de Lula, que está “morna”. Não uma marca publicitária, mas uma marca de política pública, uma agenda. Muito interessante toda a entrevista.

Nessa mesma linha segue o artigo de Aldo Fornazieri, na Carta Capital de 15/01/2025 – “Qual a reforma ministerial?”. Sua opinião é clara: as eventuais mudanças na equipe de governo devem almejar a coesão em torno de um projeto de país.

Para entender os limites e possibilidades de tornar o Brasil mais diferente, numa perspectiva de esquerda, é necessário analisar “as diferenças” em vários níveis. Esses níveis se entrelaçam e exigem o debate num espaço público democrático. Está na hora de tirar consequências práticas do debate que está sendo feito, sobretudo desde as eleições de 2024.

Para pensar ações de governo, no horizonte de um Projeto para o Brasil, sugiro que se analisem as “diferenças” nos seguintes níveis:

(a) Histórico-estrutural – impactos da revolução da telemática, mudanças climáticas e emergência sociocultural da diversidade.

(b) Eventos geopolíticos – hegemonia do neoliberalismo, ascensão da China, queda do Muro de Berlim, entre outros.

(c) Histórico-conjuntural no Brasil – redemocratização, papel do Centrão, influência das igrejas evangélicas e desafios da Amazônia.

Muitas ideias interessantes circulam. E elas motivam a escrita de novos artigos.


Antônio José Medeiros é Sociólogo e professor da UFPI

05/02/2025

Marcelo Mascarenha defende disputa de chapas para escolher novo presidente do PT no Piauí

Marcelo Mascarenha
O procurador do Município de Teresina e diretor do Instituto de Identificação do Piauí, Marcelo Mascarenha, defendeu a realização do Processo de Eleição Direta (PED) para escolha do novo presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) no estado. Em entrevista ao Bate Papo com Notícia, podcast do Portal Piauí Hoje, na noite dessa terça-feira (4), ele destacou a necessidade de um debate interno para fortalecer a base partidária.

A última eleição direta do PT no Piauí aconteceu em 2017. Já em 2019, o processo ocorreu em nível nacional, mas no estado foi formada apenas uma chapa de consenso, sem disputa interna. Para Marcelo, essa falta de debate fragilizou o partido.

"O sentimento que a gente tem hoje na base é que o PT está desarticulado, tem muitos companheiros desmotivados. Em muitos lugares, os diretores municipais estão se sentindo esquecidos. A realização do PED traria um debate essencial para a reconstrução do partido", afirmou.

Enquanto Mascarenha defende a realização da eleição interna com ampla participação, lideranças do PT articulam uma chapa de consenso com o nome do deputado estadual Fábio Novo para presidir o Diretório Estadual. Novo afirmou que está à disposição do partido, caso a decisão seja pela unificação.

Contudo, Mascarenha acredita que a escolha do novo presidente deve passar por uma discussão mais ampla e anunciou sua própria candidatura ao cargo.

"A unidade do partido se constrói no debate. Após a eleição, com uma direção eleita e um processo democrático, aí sim se fala em unidade. Mas uma unidade antes do debate não é unidade, é silêncio dos cemitérios. Esse não nos interessa", declarou.

Com quase três décadas de militância no PT, Marcelo Mascarenha reforçou seu compromisso com o fortalecimento do partido e reafirmou que seguirá na disputa pela presidência do Diretório Estadual.

Confira a entrevista na íntegra:



Fonte:piauihoje.com

04/02/2025

Rafael Fonteles reúne secretariado para avaliação de gestão

Rafael Fonteles(PT) • Governador do Piauí
Governador petista ressalta que 75% dos compromissos já foram cumpridos. A meta é chegar em 90% até o final de 2025

O governador Rafael Fonteles(PT) reuniu sua equipe de governo na noite desta segunda-feira (03) para fazer um balanço dos dois primeiros anos de gestão e definir os compromissos para o próximo biênio. 73% do Plano de Execução já foi cumprido e a meta é chegar a mais de 90% em 2025 e 100% em 2026.

Fonteles destacou que, até o momento, foram executados 130 compromissos e 48 estão em andamento. O plano abrange áreas essenciais como saúde, educação, segurança, infraestrutura, desenvolvimento econômico e social, e meio ambiente. "Até o final deste ano, esperamos superar 90% de execução, e com certeza atingiremos 100% até o fim da gestão. O equilíbrio fiscal é fundamental para garantir a continuidade e o sucesso dessas políticas públicas", afirmou o governador.

Secretários de estado do Piauí

O secretário de Administração, Samuel Pontes, ressaltou o esforço conjunto da equipe para garantir a eficiência na aplicação dos recursos e a entrega de resultados à população. "Estamos avançando na gestão com novas metodologias de monitoramento dos gastos públicos, especialmente nas despesas correntes, o que aumenta nossa capacidade de investir e sustentar as atividades diárias do Estado", disse Pontes.

A reunião também foi uma oportunidade para ajustar o planejamento financeiro para 2025, com base no cenário econômico atual. "Estamos alinhando as estratégias fiscais para o próximo ano, considerando fatores como a Selic, a cotação do dólar e as projeções de receita e despesas", concluiu Emílio Júnior, secretário da Fazenda.

Com foco na continuidade dos avanços e na superação de desafios, o governo prepara um plano robusto para o próximo biênio, visando não apenas cumprir as metas restantes, mas também garantir a sustentabilidade das ações para o futuro do estado.

Principais entregas da gestão Rafael

As principais entregas do governo foram apresentadas em categorias. Na Transformação Digital, destaque para o Piauí Saúde Digital, programa que realizou mais de 300 mil atendimentos em todo o estado, oferecendo consultas com médicos em 12 especialidades, além de exames laudados com rapidez.

Educação

Na Educação, o Piauí se tornou o primeiro estado das Américas a implementar o ensino da Inteligência Artificial (IA) na educação básica, feito reconhecido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Ressaltou-se ainda o avanço no número de escolas de tempo integral, que passou de 200 (2023), para 352 (2024). O Piauí se consolidou como a melhor educação do Nordeste e a quarta melhor do Brasil, no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Segurança

Na Segurança Pública, destaque para a contratação de mais de 2 mil novos policiais. Os investimentos resultaram na redução dos índices de Mortes Violentas Intencionais (MVIs) em 11%; roubos 33% e furtos 12%.

Pacto pelas Crianças

As ações desenvolvidas através do Pacto Pelas Crianças, conferiu ao Piauí o Selo Ouro do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. A Carretinha Saúde fez 31 mil atendimentos a crianças de 0 a 6 anos, nas áreas de odontologia, fonoaudiologia, oftalmologia, entre outras especialidades.

Desenvolvimento Social

Na área do Desenvolvimento Social, destaque para a inauguração de Restaurantes Populares em Parnaíba e Teresina, oferecendo refeições a partir de R$ 0,50./ Mais de 4 mil pessoas foram qualificadas através de cursos e cerca de 5 mil piauienses foram encaminhados ao mercado de trabalho.

Desenvolvimento Econômico

O Desenvolvimento Econômico foi marcado pela criação de 8 mil novas empresas no estado, além da atração de investimentos externos, com implantação de frigorífico e outros grandes empreendimentos no agro. Índices oficiais (Caged) constataram a geração de 36 mil oportunidades de empredo e renda (2023-2024). A renda média do piauiense alcançou R$ 2.145,00, um crescimento de 13,9% em relação a 2022.

Investimentos Públicos

O Piauí atingiu recorde histórico no volume de investimentos públicos. Foram R$ 3,1 bilhões iinvestidos (91% com recursos estaduais) alcançando o 2º maior investimento entre os estados brasileiros, correspondendo a 18% da Receita Corrente Líquida (RCL).

Infraestrutura

O Governo do Estado implantou ou recuperou mais de 3.400 km de rodovias. Construiu 2,5 milhões de metros quadrados de pavimentação asfáltica e 3,1 milhões de metros quadrados de calçamento. O Orçamento Participativo foi ampliado, alcançando R$ 124 milhões investidos em ações diversas escolhidas pela própria população em 5 cidades do estado.

Saúde

Na Saúde, o Piauí se destacou como líder nacional em cobertura vacinal, segundo monitoramento do Ministério da Saúde.

Metas para 2025

Rafael Fonteles elencou 23 metas para o ano corrente, contemplando diversas áreas. A primeira delas é a contratação de servidores por meio de concurso público, em diferentes áreas. Avançar na meta de cobertura de calçamento em áreas urbanas; conluir o anel viário da soja; ampliar para 400 o número de serviços no Gov.Pi Cidadão; elevar o índice de estradas bem conservadas, formam o bloco com as 5 primeiras prioridades estabelecidas pelo governador.

Merlong Solano destaca prioridades para 2025: Ampliação da isenção do IR, tributação dos mais ricos e fim da jornada 6x1

Merlong Solano • DEP. Federal PT-Piauí
A Câmara dos Deputados retomou oficialmente os trabalhos legislativos nesta segunda-feira (3), e o deputado federal Merlong Solano (PT) apontou três pautas como prioritárias para o início de 2025: a ampliação da isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5.000 por mês, a tributação dos mais ricos e o fim da jornada de trabalho 6x1. Segundo o parlamentar, essas medidas representam avanços significativos na busca por justiça social e tributária, alinhando-se aos princípios do governo Lula.

Justiça tributária e ampliação da isenção do IR

Merlong destacou que, após a aprovação de grande parte do pacote de ajuste fiscal enviado pelo governo federal, a prioridade agora deve ser a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda, permitindo que mais brasileiros fiquem isentos a partir de 2026. “Trata-se de uma medida essencial para fortalecer o poder de compra das famílias e impulsionar a economia do país”, explicou o deputado.

Para compensar essa mudança, o governo propõe aumentar a tributação sobre aqueles que possuem rendimentos superiores a R$ 50 mil mensais. O petista reconhece o desafio de aprovar essa taxação, mas reforça a necessidade de enfrentar a questão. “É fundamental que os mais ricos contribuam proporcionalmente com a arrecadação. Vamos trabalhar para avançar nessa pauta”, afirmou.

Fim da jornada de trabalho 6x1

Outra proposta defendida por Merlong Solano é o fim da jornada 6x1, modelo no qual o trabalhador tem direito a apenas um dia de folga após seis dias consecutivos de trabalho. A discussão ganhou força no Congresso em 2024 e promete continuar sendo debatida este ano.

Para o deputado, a mudança na carga horária dos trabalhadores é uma questão de qualidade de vida e modernização do mercado de trabalho. “Hoje, a tecnologia permite maior produtividade sem a necessidade de jornadas tão exaustivas. Em muitos países europeus, a carga horária semanal já foi reduzida para 36 horas. No Brasil, manter o regime atual de 44 horas semanais é perpetuar um modelo ultrapassado e prejudicial à saúde dos trabalhadores”, argumentou.

Com essas pautas na agenda, Merlong Solano reafirma seu compromisso com medidas que promovam mais equidade e melhores condições para a população brasileira.