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05/03/2022

Íntegra do discurso de Lula na Câmara dos Deputados do México


Foto: Site Lula



O ex-presidente Luiz Inácio da Silva discursou hoje (3) na Câmara dos Deputados do México, onde se encontra em visita esta semana.

Leia íntegra do discurso:

“Há 12 anos, lideranças de 32 países da nossa região se reuniram aqui no México para um encontro histórico, que resultou na fundação da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos.

A criação de uma comunidade voltada para a integração e o desenvolvimento regional havia sido decidida num encontro em 2008, na Costa do Sauípe, no Brasil. Foi a primeira vez que nossos países se reuniram sem qualquer tipo de tutela estrangeira.

Além de um importante passo para a conquista da nossa soberania, a criação da Celac representou também mais uma prova da extraordinária vocação dos seres humanos para superarem diferenças e cooperarem uns com os outros.

Nós, latino-americanos e caribenhos, somos 650 milhões de seres humanos. Temos nossas diferenças socioeconômicas, geopolíticas e culturais. Falamos diferentes idiomas. Mas ainda assim nos entendemos. E escolhemos viver em paz.

É sempre importante ressaltar essa nossa opção pela convivência harmônica, sobretudo no momento em que assistimos ao desenrolar de mais uma guerra, desta vez no Leste Europeu, envolvendo a Rússia, os Estados Unidos e a Ucrânia.

Mais um momento na história da humanidade em que países tentam resolver suas diferenças por meio de bombardeios e tiros de fuzis e metralhadoras. Quando poderiam resolvê-las numa mesa de negociação, sem derramar uma gota de sangue.

É inadmissível que em plena segunda década do século 21 alguns líderes insistam em se comportar como nossos antepassados da pré-história, quando não existia diplomacia e a única lei em vigor era a lei do mais forte.

É inadmissível que um país se julgue no direito de instalar bases militares em torno de outro país. É absolutamente inadmissível que um país reaja invadindo outro país.

Guerras não levam a nada, a não ser à morte, destruição, miséria e fome. A história é a melhor professora que existe. Mas os seres humanos se comportam como maus alunos, ignorando as lições do passado.

Trilhões de dólares foram gastos em guerras recentes, antes e depois do 11 de setembro, no Oriente Médio e mesmo na Europa. Quantia suficiente para eliminar a fome no mundo e preparar o planeta para lidar melhor com as mudanças climáticas.

No entanto, essa fortuna foi usada para causar a morte direta de milhões de pessoas, no Iraque, Afeganistão, Síria, Iêmen, Paquistão e nos países que formavam a antiga Iugoslávia.

Sem contar as mortes indiretas, provocadas pela destruição dos sistemas de saúde, dos abastecimentos de água e outros serviços essenciais à sobrevivência humana. E sem contar a migração forçada de milhões de famílias, que, caso consigam sobreviver, se tornarão vítimas da extrema pobreza e da xenofobia em outros países.

E com tantas guerras e tantos trilhões de dólares, o mundo não se tornou um lugar mais seguro e melhor para se viver. Muito pelo contrário.

Cada míssil de milhares ou milhões de dólares disparado contra uma população civil, seja na capital de um país ou na aldeia mais remota, traz em seu rastro a triste certeza de que parte da humanidade insiste em caminhar para a autodestruição.

Meus amigos e minhas amigas.

Eu me lembro quando o presidente Bush tentou convencer o Brasil a apoiar a invasão dos Estados Unidos ao Iraque. Eu respondi a ele que a única guerra que interessava ao Brasil era a guerra contra a fome. Que o nosso campo de batalha era onde houvesse um único brasileiro impossibilitado de fazer três refeições diárias.

Se o presidente Putin tivesse pedido meu apoio para invadir a Ucrânia, eu diria a ele a mesma coisa. Sou e serei contra todas as guerras e contra toda e qualquer invasão de um país por outro país, seja no Oriente Médio, na Europa, na América Latina, no Caribe, na África, em qualquer lugar do planeta. Defendo e defenderei até o fim a paz e a soberania de cada nação diante de agressões externas.

A humanidade precisa entender que a única guerra verdadeiramente justa é a guerra contra a desigualdade. E no entanto, alguns seres humanos em posição de poder fazem de tudo para produzir ainda mais desigualdade e mais sofrimento.

Enquanto bilionários fazem turismo no espaço, aqui embaixo, na Terra, 900 milhões de homens, mulheres e crianças não têm o que comer. E foi contra a desigualdade e a fome que nós lutamos no Brasil desde o primeiro dia do meu mandato na Presidência da República.

Sem disparar um único tiro, nós vencemos a guerra que todos diziam ser impossível. E em 2014, o Brasil saiu do Mapa da Fome da ONU pela primeira vez em sua história.

Em apenas 13 anos de governos do Partido dos Trabalhadores, fizemos uma revolução pacífica no nosso país. Conjugamos desenvolvimento com inclusão social, estabilidade econômica, respeito pleno ao Estado de Direito, aos direitos humanos e às liberdades individuais e coletivas.

Governamos para todos, mas construindo políticas públicas voltadas especialmente para os mais pobres. Garantimos a todos os brasileiros o direito de fazer no mínimo três refeições por dia.

Retiramos 36 milhões de pessoas da extrema pobreza. Geramos 20 milhões de empregos, com todos os direitos trabalhistas garantidos. Aumentamos o salário mínimo em 74% acima da inflação.

Elevamos o Brasil à sexta economia do mundo. Pagamos nossa dívida externa e emprestamos dinheiro ao Fundo Monetário Internacional.

Adotamos uma política externa ativa e altiva. Fortalecemos o Mercosul, ajudamos a criar a UnaSul, a Celac, o G-20 e os BRICS, juntamente com Rússia, Índia, China e África do Sul. Participamos ativamente de reuniões do G8, juntamente com o México.

Transformamos a Petrobras numa das maiores companhias não só de petróleo, mas de energia do mundo. Fizemos do Pré-Sal o nosso passaporte para o futuro, determinando que as riquezas extraídas das profundezas do oceano fossem destinadas sobretudo à educação.

Reduzimos em 80% o desmatamento da Amazônia. Cumprimos nosso compromisso de reduzir a emissão de gases de efeito estufa, contribuindo para minimizar os efeitos do aquecimento global.

Investimos fortemente em fontes alternativas de energia – solar, eólica e de biomassa. Temos hoje uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo.

Fomos o governo que mais criou universidades públicas na história do Brasil, abrindo as portas do ensino superior sobretudo para jovens pobres e negros da periferia. Pela primeira vez, o filho do trabalhador conquistou a oportunidade de se formar no ensino superior.

É com muita felicidade que vejo o México travar essa mesma guerra justa contra a desigualdade e a fome, e, em apenas quatro anos, conquistar importantes vitórias.

A luta contra a desigualdade é um caminho sem volta, que, além do México, está sendo trilhado hoje também pela Argentina, o Peru, o Chile, a Bolívia e Honduras, com seus governos progressistas.

Infelizmente, diante de nossas conquistas, a elite brasileira reuniu seus exércitos no parlamento, no judiciário e na mídia para desferir o golpe de 2016 contra a democracia. A presidenta Dilma Rousseff – primeira mulher a conquistar a Presidência do Brasil –, foi deposta sem que houvesse cometido um único crime.

Fui vítima do lawfare e de uma campanha midiática de difamação sem precedentes. Sofri 580 dias de uma prisão política, sem nenhuma prova de qualquer crime cometido, como hoje está fartamente comprovado. Fui impedido de disputar as eleições presidenciais, nas quais eu era o favorito para vencer em primeiro turno.

O resultado do golpe contra a democracia foi a eleição de um governo de extrema-direita, que em menos de quatro anos devolveu o Brasil a um passado que julgávamos superado para sempre.

Assistimos hoje à volta de flagelos como desemprego, fome, destruição dos direitos trabalhistas, devastação do meio ambiente, desrespeito aos direitos humanos e às minorias, ataques à democracia e entrega de nossas riquezas aos estrangeiros – inclusive o Pré-Sal.

As consequências da ascensão da extrema direita no Brasil são os cerca de 650 mil mortos pela covid, os 14 milhões de desempregados, e os 116 milhões de brasileiros que sofrem algum grau de insegurança alimentar, de moderada a muito grave. Pessoas que só conseguem comer uma vez por dia. E pessoas que simplesmente não têm o que comer.

Como se não bastasse, o atual governo vem destruindo as nossas boas relações com a América Latina e o resto do mundo. Fez, inclusive, com que o Brasil se retirasse da Celac, com o objetivo de enfraquecer esse importante organismo de cooperação entre nossos países.

E eu quero agradecer e prestar uma homenagem ao México e ao presidente López Obrador, que tem feito todos os esforços para manter a Celac forte e soberana.

Podem estar certos de que muito em breve o Brasil estará de volta à Celac e ao convívio democrático e harmônico com a América Latina, o Caribe e o resto do mundo.

Os bons ventos voltam a soprar sobre a nossa região. E tudo faremos para que, a partir do primeiro dia de 2023, o Brasil também volte a trilhar o caminho do desenvolvimento com inclusão social e combate a todas as formas de desigualdade.

Mas de nada adianta construirmos uma ilha de prosperidade cercada por um mar de pobreza, infelicidade e injustiça. Queremos uma América Latina unida, desenvolvida, inclusiva e soberana, e estamos prontos para construí-la, lado a lado com o México.

Temos uma dívida de gratidão para com o México, que no passado mais sombrio ousou conceder asilo a brasileiros, chilenos, argentinos e demais vítimas das ditaduras militares da América Sul. E que continua acolhendo exilados políticos, a exemplo do ex-presidente Evo Morales, por ocasião do golpe na Bolívia.

Quero cumprimentar o presidente López Obrador pelos esforços em conceder asilo político no México ao jornalista e ativista Julian Assange, perseguido por divulgar documentos sigilosos do governo dos Estados Unidos, referentes a atrocidades cometidas durante as invasões do Afeganistão e do Iraque.

Não por acaso se diz que, numa guerra, a primeira vítima é a verdade. Por ousar revelar a verdade, Assange tonou-se ele próprio uma vítima da guerra.

Meus amigos e minhas amigas.

O México será sempre uma peça-chave para a resistência cultural e a integração da América Latina. Nos encanta a todos o esforço de seu país para manter viva a extraordinária riqueza cultural das civilizações pré-colombianas, e para reverenciar suas raízes históricas.

Queremos fortalecer cada vez mais nossas relações bilaterais, estreitar parcerias econômicas, tecnológicas e culturais.

Brasil e México lutarão juntos pela construção de um mundo multipolar, livre das hegemonias de quem quer que seja. Precisamos de uma nova governança global, na qual todos os países tenham voz, e nenhum tenha direito a veto.

As grandes potências precisam entender que não queremos ser inimigos de ninguém. Não interessa a nós, nem ao mundo, uma nova guerra fria envolvendo Estados Unidos, China ou Rússia, arrastando o planeta inteiro a um conflito que pode colocar em risco a própria sobrevivência da humanidade.

Não somos inimigos de ninguém. Mas tampouco estaremos ao lado dos que escolhem a guerra em vez do diálogo, o ódio em vez do amor, a morte em vez da vida. Seremos sempre aliados dos que lutam pela construção de um mundo mais fraterno.

Somos independentes e livres para escolher o melhor caminho para o desenvolvimento de nossos povos. E esse caminho passa pela paz.

A Terra é fértil e generosa. Há espaço para todos plantarem, colherem e viverem em paz e com dignidade. Ninguém precisa ser mil vezes mais poderoso ou 1 milhão de vezes mais rico do que ninguém.

O ser humano tornou-se a espécie mais evoluída do planeta graças à nossa extraordinária capacidade de cooperarmos uns com os outros.

Mas ao mesmo nos tornamos também os predadores mais ferozes, hábeis na fabricação de armas capazes de destruir várias vezes o planeta, quando na verdade só existe um planeta, e é este em que vivemos.

Precisamos escolher o que queremos ser. A espécie que coopera e prospera, ou aquela que, movida pelo ódio e pela ganância, destrói tudo à sua volta.

Seres humanos não podem ser inimigos de outros seres humanos, nem das demais espécies que habitam o planeta, muito menos do planeta em si.

Precisamos de um planeta saudável, livre das tragédias provocadas pelas mudanças climáticas, pelas guerras e pela desigualdade. Queremos viver em paz, e acreditamos que o amor será sempre maior que o ódio.

Somos movidos à esperança. E, como escreveu o prêmio Nobel Octavio Paz, “Quien ha visto la esperanza no la olvida. La busca bajo los cielos y entre todos los hombres.”

Um grande abraço, com muito amor e esperança.”

*Assista na integra o discurso do ex presidente Lula no México => Lula ao vivo no México

20/02/2022

O legado do PT para o Piauí


Até 2002 o Piauí contava apenas com 166 cidades com o ensino médio público, isso significa que uma grande parte da juventude do estado não tinha acesso à educação. Algo que pode ser considerado uma tragédia.

A educação no Piauí tem avançado graças ao empenho da gestão petista, e podemos citar como legado: A universalização do ensino médio.

Foram construídas novas escolas, inclusive na zona rural dos municípios, capacitado os docentes que já estavam no quadro e contratado, através de concurso público para novos professores. investimento feito para poder oferecer à juventude não apenas educação, mas também um futuro mais digno.

Hoje já contamos com jovens que concluíram o ensino médio em colégios da zona rural, ingressaram no ensino superior, concluíram no próprio município e transformaram-se em mão de obra extremamente qualificada a disposição da cidade que nasceram.

Esse é o modo petista de governar.

14/02/2022

O futuro que Ciro Nogueira anuncia já é pesadelo hoje



Deputado Federakl Merlopng Solano
PT •Piauí
Em artigo que assinou no Correio Braziliense, Ciro Nogueira afirma: “Não vamos escolher um presidente, vamos escolher um futuro”. Mesmo com tantos anos de leitura, tenho dificuldade de lembrar de uma frase tão desprovida de conteúdo quanto essa. Fico pasmo e não sei avaliar se resulta de incompetência ou de má fé.

Imaginemos o que teria acontecido se os ingleses, seguindo essa máxima “ciriana”, em vez de levar Winston Churchil de volta para o comando da nação para enfrentar Hitler, tivessem optado por permanecer com os frouxos do Partido Conservador de Chamberlain que permitiram o empoderamento do ditador alemão. E se os norte-americanos, em lugar de Franklin Delano Roosevelt, tivessem optado por alguém ao estilo de Donald Trump. Talvez estivéssemos todos sob o julgo do nazismo ou então mortos.

Saindo de um ministro de Estado, mesmo que escrita por assessor, é estarrecedor que se desconheça a relação entre as altas funções do presidente da República e a condução da nação, especialmente em momentos de graves crises. A concepção e execução de políticas capazes de retirar o Brasil da crise ou aprofundá-la passa necessariamente pela capacidade do presidente escolher sua equipe de ministros e de coordenar seu trabalho, definindo as prioridades.

Com Bolsonaro, já vimos o que sua vontade amalgamada com sua incompetência é capaz de resultar ao Brasil. Pela sua vontade e também por suas omissões, cresceram o acesso a armas, a proliferação de mentiras e de intolerância nas redes sociais, o desmatamento, a fome, o desemprego, os preços dos alimentos, do gás de cozinha, da gasolina e do diesel, da energia elétrica etc.

A triste chaga de mais de 630 mil mortes pela covid tem a marca indelével do presidente, que se recusou a comprar vacinas no tempo certo, que desestimulou a vacinação e que sempre boicotou as medidas preventivas. É um genocida assumido e parte da elite não admite isso em função do interesse de amealhar mais alguns bilhões de dólares para suas empresas e fortunas pessoais. Afinal, para os super ricos, a atual condução da economia e do País vai muito bem.

Por outro lado, o orçamento da União revela bem o que não é prioridade do governo atual. O OGU consagra a redução dos recursos para educação, saúde, ciência e tecnologia, meio ambiente, cultura, agricultura familiar; arrocho salarial pela via da correção do salário mínimo apenas pela inflação; e por aí vai.

O ministro fala em quebra da Petrobras no governo do PT, demonstrando que é adepto convicto da mentira como método de disputa política. Bem ao contrário, foi justamente em nossos governos que a Petrobras foi alçada à condição de player internacional de primeira grandeza, capaz de disputar e até superar as grandes petroleiras do mundo.

Com recursos e tecnologia próprios, a empresa mapeou o pré-sal em 2006 e já em 2010 iniciou sua exploração. O resultado é que o Brasil conquistou autonomia em produção de óleo bruto, tornando-se inclusive grande exportador desse produto, e ao mesmo tempo aumentou sua capacidade de refino de modo a produzir aqui mesmo 80% dos derivados de petróleo que consumimos.

A fantástica dimensão do pré-sal levou o Brasil à condição de sétimo maior produtor de petróleo do mundo e criou oportunidades de geração extraordinária de recursos financeiros e tecnológicos. Numa visão de mercado, como a defendida pelo atual governo, esses recursos devem ser apropriados apenas pelos acionistas e pelas petroleiras. Na visão do PT – e isto explica parte do golpe de 2016 – boa parte dessa riqueza extraordinária e finita deve ser colocada a serviço da nação.

Nossos governos adotaram o modelo de contrato de partilha da produção no pré-sal em vez dos contratos de concessão, conforme a Lei n⁰ 12.351 de 2010. Os contratos de partilha da produção destinam à União parte significativa do recurso extra do pré-sal e, como parte da visão estratégica de colocar o petróleo finito a serviço de investimentos estratégicos para o Brasil, essa mesma lei criou o Fundo Social que destina 50% desses recursos para a educação e saúde. Recursos que estavam viabilizando, por exemplo, a expansão da escola pública de tempo integral.

Com o golpe e os governos Temer e depois Bolsonaro, tudo isso caiu por terra. Assim, nada de novos contratos de parceria; nada de exigência de conteúdo nacional nas compras da Petrobras, que incentivava a indústria naval nacional; nada de recursos do petróleo para a educação. E, por último, a dolarização dos preços dos combustíveis, garantido super lucros que são apropriados apenas pelos acionistas, num modelo em que o pobre e a classe média têm que se sacrificar ao comprar gás de cozinha e gasolina para poder aumentar a taxa de lucro dos acionistas da bolsa de Nova Iorque.

Esse “futuro” já é presente no Brasil e beneficia apenas 1% da população, os super ricos. Esse “futuro” já é presente sob Bolsonaro, e não há nada que não possa piorar com ele e sua turma no poder por mais quatro anos.

Merlong Solano é deputado federal PT-PI

04/02/2022

O sucesso do modo petista de governar em Lagoa do São Francisco

Prefeito de Lagoa do São Francisco
João Arilson(PT)
A Rede PT no Parlamento está produzindo uma série de matérias sobre as administrações petistas que são bem avaliadas pela população municipal. Iniciamos nosso trabalho na cidade de Lagoa do São Francisco, aonde o jovem João Arilson(PT) vem promovendo uma verdadeira revolução na forma de gerir a cidade.

Distante 193 km ao norte da capital, Teresina, e 18 de Pedro II, Lagoa do São Francisco tem potencialidades incríveis, que vão do ecoturismo a agricultura familiar, além de ter uma exuberante lagoa, com capacidade para desenvolver a piscicultura. Entretanto, a cidade encontrava-se em total situação de abandono, com povoados isolados em decorrência das péssimas qualidades das estradas vicinais, algo que inviabilizava a escoação de toda produção do pequeno agricultor.


Estradas vicinais recuperadas 

A pouco tempo de ter comemorado seu primeiro ano como o prefeito, Arilson já tem muito que comemorar. Junto com uma equipe de excelência, já recuperou todas as estradas, interligando a sede do município a todas as regiões, com estradas de alta qualidade, reformou escolas; colocou os salários em dia e quitou dividas com fornecedores. Isso foi o suficiente para revigorar a cidade.


Escolas da zona rural reformadas 

Estamos produzindo uma série de vídeos e entrevistas que mostrarão como os impactos do modo petista de governar estão mudando, para melhor, essa linda cidade do norte do Piauí.

23/12/2021

Piauí e Maranhão estão entre os Estados que mais reduziram a pobreza no Brasil, diz IBGE



Piauí e Maranhão estão entre os estados que mais reduziram a pobreza no Brasil, segundo dados divulgados pelo IBGE.

O Piauí e o Maranhão estão entre os estados do Brasil que mais reduziram a pobreza entre 2019 e 2020, segundo dados divulgados no mês de dezembro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Governado por Wellington Dias (PT),o Piauí diminuiu 6.7, e  o Maranhão, governador por Flávio Dino(PSB), 5.6 pontos percentuais no número de pessoas pobres  nos dois estados.

Além disso, a diminuição verificada no Piauí e no Maranhão é bem maior que a da média nacional, de 1,8 ponto porcentual, no mesmo período. A informação está na Síntese de Indicadores Sociais 2021, divulgado periodicamente pelo IBGE.


15/11/2021

Pesquisa Vox Populi: Lula lidera em todos os cenários


Foto: Ricardo Stuckert

Se as eleições fossem hoje, Lula venceria independentemente dos outros nomes na disputa. Preocupação com a economia e o emprego afeta, em algum grau, 91% dos brasileiros.

Pesquisa Vox Populi confirma que Lula representa a esperança dos brasileiros em dias melhores. Se as eleições fossem hoje, o ex-presidente venceria em qualquer cenário, quaisquer que fossem seus adversários (baixe aqui a íntegra o levantamento).

No primeiro cenário analisado, Lula receberia 44% dos votos, mais do que a soma de todos os demais nomes incluídos, que somam 33%. Jair Bolsonaro terminaria com 21%; Ciro Gomes, com 4%; Sergio Moro, 3%; Datena, 3%; João Doria, 1%; e Mandetta, 1%. Rodrigo Pacheco ficaria com 0%.

No cenário 2, o nome de Doria foi trocado pelo de Eduardo Leite, sem afetar de maneira significativa o resultado. Nesse caso, Lula aparece com índice ainda mais alto (45%), contra 34% dos demais nomes somados (veja gráficos abaixo). O Vox Populi também incluiu na pesquisa um cenário sem Bolsonaro. A vitória com folga de Lula se repete. O ex-presidente receberia, nesse caso, 45% dos votos, contra 23% dos demais: Moro (8%), Ciro (6%), Datena (4%), Doria (2%), Mandetta (2%) e Pacheco (1%). Indecisos e que não responderam somaram 15%. Brancos e nulos,17%.



Segundo turno

Lula também ganha em todos os cenários pesquisados de segundo turno. Numa eventual disputa com Bolsonaro, Lula ganharia de 52% a 24%. Contra Ciro, a vitória seria por 49% a 15%. Contra Doria, Lula venceria por 53% a 10%.

Lula lidera ainda na pesquisa espontânea, quando não são mostrados os nomes dos candidatos. O ex-metalúrgico é citado por 28% dos entrevistados, bem à frente dos demais lembrados: Bolsonaro (15%), Ciro (2%) e Moro (1%).

Economia é o que mais preocupa

O governo Bolsonaro deixou os brasileiros desolados, mostra a pesquisa. São 78% aqueles que se dizem insatisfeitos com o país, contra apenas 19% que se dizem satisfeitos e 3% que não souberam ou não quiseram responder. Além disso, para 65%, o Brasil está indo na direção errada, e 67% consideram que o Brasil está pior do que estava 10 anos atrás.

A situação da economia e do emprego preocupa 91% dos brasileiros, sendo que 29% se dizem extremamente preocupados; 35%, preocupados; 14% moderadamente preocupados; e 14% um pouco preocupados. Apenas 5% não estão preocupados e 4% não souberam ou não quiseram responder.

O Partido dos Trabalhadores, aliás, inspira bom sentimento na maior parte dos brasileiros. Quando questionados sobre o que sentem em relação ao PT, 12% disseram ser petistas e 29% disseram que gostam do partido, mas não são petistas. Juntos, esses dois grupos somam 41%. Abaixo deles, 26% dizem que não gostam nem desgostam do PT; 15% dizem que não gostam, mas não chegam a detestar; e 11% disseram que detestam.

Lula, o melhor presidente

O levantamento mostra ainda que Lula é o melhor presidente que o país já teve para 41% dos brasileiros. Já Bolsonaro é citado como o pior presidente do país por 43%. Na comparação entre os dois, 59% dizem que Bolsonaro está sendo um presidente pior que Lula. O desempenho do atual governo é negativo para 51%. Já 69% desaprovam o desempenho de Bolsonaro como presidente. Outro dado relevante: para 70% tem corrupção no governo Bolsonaro.

A pesquisa Vox Populi foi encomendada pelo Partido dos Trabalhadores com a intenção de saber o que pensam e sentem os brasileiros neste momento. Foram entrevistadas 2 mil pessoas em todas as regiões do país, entre 30 de outubro e 4 de novembro. A margem de erro é de 2,2% para mais ou para menos e o intervalo de confiança é de 95%.

Fonte : pt.org.br

08/11/2021

Agricultores familiares recebem patrulhas mecanizadas com emenda da parceria dos deputados Assis Carvalho e Francisco Costa

Deputado Francisco Costa
Agricultores familiares de Jaicós, Picos e Ribeiro Gonçalves receberam hoje (8) patrulhas mecanizadas para auxiliar o trabalho no campo e modernizar as condições de produção. Os equipamentos foram adquiridos com recursos de emenda parlamentar do falecido deputado Assis Carvalho e indicadas em parceria com o deputado Francisco Costa.

O valor de R$ 483.256,50 da emenda foi usado para comprar tratores, grades, arados e carretas. As patrulhas foram adquiridas pela Secretaria Estadual da Agricultura Familiar (SAF-PI), que entregou hoje (8) tratores e arados. Está prevista para o dia 15 de dezembro a entrega dos demais equipamentos. No evento, também foram entregues kits de irrigação pela SAF-PI.

Os equipamentos são úteis para facilitar e agilizar o serviço no campo, contribuindo para aumentar a produção nas comunidades rurais e garantir melhores condições de trabalho para os agricultores que passam a produzir mais e com menor esforço físico, com possibilidade de aumentar a renda.

Em Picos, foi contemplada a Associação dos Pequenos Agricultores do Estado do Piauí – APAESPI; em Jaicós a entidade favorecida foi a Associação dos Produtores Rurais do Angical dos Magros; e em Ribeiro Gonçalves, a Associação dos Produtores Rurais e Extrativistas da Comunidade Santo Estêvão – APRESCE – foi a beneficiada.



Patrulhas mecanizadas fomentaram a agricultura familiar 

Participaram da solenidade de entrega a governadora em exercício, Regina Sousa; o secretário Rafael Fonteles, coordenador do PRO Piauí; a secretária da Agricultura Familiar, Patrícia Vasconcelos; os deputados João de Deus, Nerinho e Francisco Limma; de Picos, Maria Kazé (do Movimento de Pequenos Agricultores) e Afonso Galvão (presidente da APAESPI, Josi Costa e Vitalina Santos; vereadores Jardel Paz e Elcimar Barbosa e João Nilo, de Ribeiro Gonçalves; Mávio Silveira, Maurílio, vereadores Divino Macedo e Robin Silveira, de Jaicós, dentre outras autoridades.