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16/11/2018

Esvaziamento do Mais Médicos: mais exclusão social a caminho


Merlong Solano
•Texto de Merlong Solano

As evidências de que o governo Bolsonaro será uma continuidade do governo Temer, com aprofundamento das medidas antipopulares que jogam sobre os pobres o peso da crise, já são inúmeras; basta ver o que o superministro da economia está anunciando para a previdência social: regime de capitalização individual, com base no modelo chileno, onde a maioria dos aposentados estão recebendo um aposento equivalente a meio salário mínimo. Aqui no Brasil, com esse modelo em vigor, cerca de 90% dos aposentados estariam recebendo R$ 477,00 por mês. A velhice da miséria é a proposta do novo governo.

Temer já paralisou ou esvaziou programas diversos, dentre eles destaco o Farmácia Popular, Brasil sem Fronteiras e o Minha Casa Minha Vida. No caso deste último, fundamental para reduzir o déficit de moradia e para gerar empregos na construção civil, a Caixa só firmou contratos no ano passado para a construção de 27 mil novas unidades habitacionais no Brasil, nas faixas 1 e 1,5 (as de renda familiar de até R$ 2.600,00). A meta para 2017 era contratar 170 mil novas unidades.

Nessa mesma linha, de insensibilidade social, Bolsonaro já começou a esvaziar o programa Mais Médicos, que levou a atenção básica em saúde para pequenas cidades e para periferias que simplesmente não contavam com a presença de um médico. Dois aspectos a considerar sobre a visão do novo governo: o que o Bolsonaro sabe sobre a importância da atenção básica para o Sistema Único de Saúde? Quanto dinheiro eles esperam economizar para os banqueiros com o esvaziamento desse programa?

Quanta diferença! Enquanto a pequena e pobre Cuba exporta profissionais qualificados (neste momento médicos e engenheiros cubanos prestam serviços em 67 países), o Brasil segue firme, desde o afastamento da presidenta Dilma há 2 anos, no sentido de aprofundar a desigualdade social e voltar ao mapa da fome.

Merlong Solano Nogueira
Professor da UFPI
1º suplente de Deputado Federal – PI

26/10/2018

Tambores para Haddad


Na tarde desta sexta (26), manifestantes fizeram um ato denominado "Tambores para Haddad" na praça do Liceu Piauiense, no Centro de Teresina.

O ato contou com a presença do governador Wellington Dias (PT), um dos coordenadores da campanha do petista no Nordeste, e da senadora Regina Sousa, vice-governadora eleita.

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21/10/2018

Wellington e Haddad são recebidos por multidão em Picos

Fernando Haddad teve a recepção mais calorosa nesse segundo turno de campanha na noite desse sábado (20), na cidade de Picos. Ao chegar no aeroporto, acompanhado do governador Wellington Dias, o candidato a presidente da república já era esperado por uma multidão.

Em seguida Haddad se dirigiu à praça Felix Pacheco, no centro da cidade. Aproveitou para agradecer a expressiva vitória no primeiro turno que a cidade modelo lhe deu, e passar uma mensagem de otimismo para com o Brasil.

O governador Wellington Dias agradeceu a população, ao deputados estaduais e federais que lhe apoiaram “sou grato pelo apoio de todo time que se empenhou nessa eleição, garantindo minha reeleição e mais de 65% dos votos para Fernando Haddad, que foi a maior proporção de votos do pais”, disse o Governador.

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28/09/2018

José Dirceu lança livro de memórias em Teresina

José Dirceu participou,nesta quinta(27), na sede do diretório estadual do PT do Piauí, de uma plenária com a juventude de esquerda (PT, UJS e PCO) e lançamento de seu livro “Zé Dirceu – Memórias Volume I”. 

Na sexta-feira (28), lança na capital piauiense sua autobiografia “Zé Dirceu – Memórias Volume I”, que acontecerá na Central de Artesanato Mestre Dezinho, às 18h, com sessão de autógrafos e debate sobre a obra que já vendeu mais de 30 mil exemplares e figura entre os mais vendidos do país e é um sucesso de crítica. O petista já confirmou que pretende lançar o segundo volume de memórias. 


O livro traz relato do ex-ministro sobre sua trajetória política, do tempo de militância estudantil e resistência à ditadura militar de 1964, até os governos do PT. “Relembro e rememoro nossas lutas, parte de nossas vidas, da construção do PT, da luta contra a ditadura, das diretas, do impeachment, e meus anos em Cuba, anos na clandestinidade, e toda luta que fizemos para levar Lula à presidência”, pontua Dirceu.
Fonte: Piauí Hoje



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11/09/2018

As exigências do capital financeiro para 2018

Marcelo Mascarenha
•Marcelo Mascarenha 

O capital financeiro, o alto empresariado nacional e as grandes corporações multinacionais querem um presidente que garanta privatizações, redução de recursos para politicas sociais, aumento dos recursos para pagamento da divida, flexibilização dos direitos trabalhistas e subordinação à politica externa norte-americana. 

Uma pauta regressiva dessas, que aumenta a concentração da riqueza na mão dos mais ricos e penaliza os mais pobres, logicamente vai despertar resistência: greves, manifestações, mobilização popular. 

Por isso, eles também querem um presidente disposto a fazer tudo isso, e ainda promover redução da democracia, repressão policial e perseguição judiciária contra quem se opor a essas medidas. Um Estado de Exceção, um Estado Policial Máximo, para assegurar o Estado Mínimo para os mais pobres (porque seguirá sendo um Estado-mãe para os mais ricos). A opção da elite econômica pelo Bozo é porque ele está comprometido até o pescoço com essa pauta. 

O problema é só convencer o povo. Que quer votar em Lula, mas sendo impedido de votar assim, já demonstrou que prefere Haddad, Ciro ou Marina, nunca o Bozo, que apanha de todo mundo, até do picolé de chuchu. 

Apesar da violência da cassação do Lula, das seguidas decisões contra a campanha do PT, apesar de rasgarem a Constituição, a própria jurisprudência dos tribunais, os tratados internacionais e sacrificarem o Direito brasileiro no altar neoliberal, ainda assim o povo insiste em garantir, pelo voto, a vitória de um programa econômico voltado para a maioria, e não para a minoria privilegiada. 

Eis então que entra em cena a turma da farda para dar um recado: Democracia para a elite econômica é só um detalhe. Se pelo voto a maioria do povo não der a vitória a quem eles querem, eles podem rasgar a fantasia de democratas. Já perceberam que pelo voto as chances de vencer são remotíssimas, e começaram a mandar as mensagens: basta ver as entrevistas do vice Mourão e do Villas-Boas para compreender o que está em jogo. 

Então nos preparemos: há muita luta pela frente.

Marcelo Mascarenha é Procurador do Município de Teresina e membro da Associação Brasileira de Juristas Pela Democracia

19/08/2018

Wellington Dias no Parque Piauí


Wellington Dias durante
caminhada no Bairro Parque Piauí 
A coligação “A vitória com a força do povo”, do candidato à reeleição e governador Wellington Dias (PT), realizou uma caminhada no bairro Parque Piauí, na zona sul de Teresina, neste domingo (19). 

Participaram do acontecimento, além de Wellington, a candidata a vice-governadora Regina Sousa (PT), os candidatos ao Senado Ciro Nogueira (PP), Marcelo Castro (MD) e muitos outros candidatos da coligação. 

“Juntos, vamos trabalhar para continuar mantendo o Piauí no caminho do desenvolvimento”, afirma o governador. 

A primeira campanha de rua na zona sul teve concentração ás 07hs, saindo do limite dos bairros Parque Piauí e Promorar. De lá, os candidatos seguiram pelas ruas do Parque Piauí, até chegar à tradicional feira do bairro, onde aconteceu um grande ato político.

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18/08/2018

Lançamento da campanha da chapa de Wellington Dias


Acompanhado dos candidatos proporcionais, dos dois candidatos a senadores e da sua candidata a vice, Regina Sousa, o governador Wellington Dias (PT) lançou sua campanha à reeleição para o Governo do Estado, na tarde desta sexta-feira (17), no bairro Dirceu, zona Sudeste de Teresina. O ato contou também com a presença de Fernando Haddad candidato a vice-presidente pelo PT.

A concentração foi em frente a Fundação Bradesco, onde uma multidão aguardava a chegada do governador. Já no percurso, Haddad disse que está lançando a campanha de Lula em Teresina e logo os militantes petistas e apoiadores de Wellington Dias reagiram aos gritos com palavras de ordem como “Lula livre!" e “O campeão voltou", em apoio ao ex-presidente Lula.

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