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02/10/2026

Caetano, Gil, Chico Buarque e Geraldo Azevedo se unem em jingle de apoio a Lula


Quatro referências da música brasileira gravaram “Bora, Lula” na reta final da campanha pela reeleição do presidente

A cultura brasileira voltou a ocupar espaço na reta final da campanha pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque e Geraldo Azevedo se reuniram em um estúdio para gravar um jingle de apoio ao presidente, divulgado nas redes sociais nesta semana pelo coletivo 342 Artes.


No vídeo, os quatro artistas aparecem juntos interpretando versos que defendem a continuidade do trabalho do governo. Entre as frases cantadas está “Trabalhar pro Brasil não parar de crescer”, seguida pelo refrão “Bora, Lula!”. A gravação foi realizada poucos dias antes do primeiro turno das eleições, marcado para este domingo (4).

A participação do quarteto amplia uma mobilização que vem reunindo artistas de diferentes áreas em defesa da reeleição de Lula. Nas últimas semanas, nomes como Paulinho da Viola, Xamã, Sophie Charlotte, Malu Mader, Zélia Duncan, Duda Beat e Fernanda Abreu também manifestaram publicamente apoio ao presidente. A campanha “Bora, Lula” foi organizada pelo coletivo 342 Artes.

O encontro de Caetano, Gil, Chico e Geraldo também recupera uma parceria histórica entre os quatro artistas. Em 1985, eles participaram juntos da mobilização Nordeste Já, projeto musical que reuniu grandes nomes da MPB em uma campanha de solidariedade às vítimas da seca e da fome no Nordeste.

“Lula Lá” também volta às ruas

A mobilização cultural em torno da eleição também ganhou uma nova versão de “Lula Lá”, um dos jingles mais conhecidos da história das campanhas presidenciais brasileiras. Mais de 30 artistas mineiros participaram da regravação, entre eles Fernanda Takai, Titane, Maurício Tizumba e Pedro Morais.

As imagens foram registradas em estúdio e na Praça do Papa, em Belo Horizonte. A nova versão mantém referências do jingle criado para a campanha presidencial de Lula em 1989 e incorpora elementos da disputa eleitoral de 2026.

A presença de artistas consagrados reforça uma tradição de participação da cultura brasileira no debate político e eleitoral. Em 2026, a mobilização ocorre nos últimos dias antes da votação, quando campanhas e apoiadores intensificam ações para ampliar a participação e o diálogo com o eleitorado.

Com música, memória e participação cultural, o “Bora, Lula” chega à reta final da campanha como mais uma expressão pública de apoio à continuidade do projeto político liderado pelo presidente.

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